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22/02/2012 11h44 - Atualizado em 22/02/2012 11h44

Trato urinário é um dos mais afetados pelas infecções hospitalares

 

Da lista das infecções hospitalares mais comuns, a infecção urinária é a quarta que mais afeta a população brasileira.

A necessidade de instrumentação do trato urinário tanto para a drenagem da urina como para o diagnóstico das doenças é o principal fator.

Conheça as medidas aconselhadas para evitar ou pelo menos diminuir a incidência das doenças nos corredores médicos.

A infecção urinária é relativamente freqüente nas internações hospitalares. A falta de limpeza dos aparelhos de ar condicionado, a má esterilização dos equipamentos e materiais médicos agrava o problema.

Um utensílio médico mal esterilizado pode causar doenças graves e até levar a morte.

"A medida mais eficaz para garantir o controle das infecções urinárias causadas por contaminações nos hospitais é garantir a assepsia da instrumentação", - explica a infectologista Patrícia Yvonne da empresa Bioxxi, especializada em reaproveitamento de utensílios médicos.

O cateter é o principal disseminador da infecção. Se ele não estiver devidamente esterilizado pode contaminar quantas pessoas estiverem em contato com ele.

Outros fatores que aumentam o risco de contaminação são o tempo de procedimento, o tipo de cateterização urinária e a gravidade do quadro que induziu a internação do paciente.

Para evitar as infecções hospitalares, a esterilização dos utensílios é fundamental. Na empresa Bioxxi, os produtos passam por diversas etapas até ficarem completamente estéreis.

Assim que chegam são identificados e logo seguem para os processos de lavagem, secagem e embalagem. Depois de embalados, eles passam por um processo de esterilização com óxido de etileno.

A cada ciclo do processo é emitido um laudo de liberação pelo Controle de Qualidade, o que atesta a segurança e a esterilidade dos produtos. Todas essas fases duram em torno de quatro dias.

Outras medidas que podem reduzir os casos de infecções urinárias hospitalares são:

Lavar as mãos antes da sondagem;

Evitar cateter vesical;

Utilizar dispositivo externo para coleta de urina (Uripen) quando possível;

Utilizar sonda de menor calibre possível;

Utilizar coletores de urina de circuito fechado com válvula anti-refluxo;

Remover a sonda vesical o mais breve possível; (Assessoria)


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