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14/09/2012 15h44

Indústria brasileira reage e empregos no setor crescem 0,2% em julho, diz IBGE

 

A indústria brasileira apresentou reação positiva em julho, após uma série de medidas de estímulo à economia anunciadas pelo governo neste ano.

Os empregos no setor voltaram a crescer e registraram alta de 0,2% no mês, em relação a junho, segundo pesquisa divulgada na segunda-feira (12), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta interrompe uma série de quatro meses seguidos de queda. Os números são da série livre de influências sazonais (temporárias).

Segundo o IBGE, as variações mais positivas foram registradas no Paraná (1,5%) e Minas Gerais (1,0%), com destaque para os setores de máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (32,5%) e alimentos e bebidas (5,7%), na indústria paranaense, e de produtos de metal (8,9%), indústrias extrativas (8,4%) e meios de transporte (4,5%), no setor industrial mineiro.

Para o presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, a indústria começou a apresentar sinais moderados de recuperação na produção porque o ambiente está mais favorável: os estoques estão em níveis adequados, o nível da capacidade de utilização das empresas voltou a subir, a produção vem crescendo nos últimos meses e observa-se uma expansão do emprego industrial, além da melhora na confiança dos empresários e nas condições de competitividade.

Esse ambiente mais favorável se deve a um conjunto de estímulos introduzidos desde o ano passado, com o objetivo de favorecer a retomada da economia, como a redução da taxa básica de juros (Selic), em queda desde agosto do ano passado, para os atuais 7,5% ao ano, disse Alexandre Tobini durante audiência pública no Senado nesta quarta-feira.

Na terça-feira (11), a presidenta Dilma Rousseff anunciou uma de até 28% na tarifa de energia elétrica do setor industrial.

Tombini também destacou a melhoria da liquidez por meio da redução dos depósitos compulsórios, o que resultou na injeção de quase R$ 70 bilhões na economia desde dezembro de 2011, e a melhoria das condições de financiamento para as empresas e famílias, ao lado de incentivos fiscais e tributários.

Apesar da reação favorável que começa a se desenhar, a indústria ainda está negativa, na comparação com os resultados do ano passado. Em relação a julho de 2011, o emprego industrial caiu 1,6% neste ano.

Em sua apresentação, o presidente do Banco Central citou ainda, como fatores positivos para a retomada do crescimento da economia, que a safra de grãos deve bater novo recorde em 2012.

O setor de serviços continua crescendo acima do produto interno bruto, mas o ritmo vem moderando e continuam presentes importantes fatores de sustentação da demanda (emprego, renda e crédito)”, disse ele.(Portal Planalto)


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