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13/06/2012 07h38 - Atualizado em 13/06/2012 07h38

Mundo avança em apenas quatro das 90 metas para meio ambiente, revela relatório do PNUMA

 

O mundo avançou em apenas quatro das 90 metas e objetivos para o meio ambiente contidas em acordos internacionais, revelou a quinta edição do Panorama Ambiental Global (GEO-5, na sigla em inglês) lançado no dia (06/06) pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), no Rio de Janeiro.

Houve avanços apenas nas metas de eliminação da produção e uso de substâncias que destroem a camada de ozônio, na eliminação do uso de chumbo em combustíveis, no acesso crescente a fontes melhoradas de água e em mais pesquisas para reduzir a poluição do meio ambiente marinho.

“Este relatório fala diretamente à Rio+20. É um trabalho feito pelo PNUMA em nome das Nações Unidas como uma contribuição para as discussões da Conferência.

Fala sobre um novo entendimento do ambientalismo no século XXI, mostrando fatos e caminhos para o debate”, afirmou o Diretor Executivo do PNUMA, Achim Steiner.

Ele também destacou que, se forem mantidas as atuais tendências de consumo de recursos naturais, logo os governos precisarão “administrar níveis sem precedentes de danos e degradação” e a solução pode estar na implementação global do conceito de Economia Verde.

No conteúdo do GEO-5 ainda estão destacados estudos de caso e boas práticas já aplicadas pelo mundo e que são exemplos de desenvolvimento sustentável e respeito ao meio ambiente.

Concentração urbana desafia Brasil

Na cerimônia de lançamento do GEO-5 estiveram presentes além do Diretor Executivo do PNUMA, a Coordenadora Executiva da Conferência Rio+20, Henrietta Elizabeth Thompson, a Chefe do Setor de Avaliação Científica do Programa, Fatoumata Keita-Ouane, o Secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência e Tecnologia do Brasil, Carlos Nobre, e o Secretário de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Brasil, Carlos Klink.

A Coordenadora Executiva da ONU para a Rio+20, Henrietta Elizabeth Thompson, considera que o GEO-5 é uma das mais importantes ferramentas para as discussões sobre meio ambiente já feitas pela ONU.

“Acredito que o lançamento desse relatório deve significar aos países, empresas, cidadãos, líderes, o porquê de estarmos aqui no Rio.

O Geo-5 nos apresenta o atual estado do planeta e mostra as consequências sociais, econômicas e ambientais se não tomarmos as decisões apropriadas nos próximos dias.

Esta Conferência pode ser a plataforma para servir na transição do mundo para uma economia em que tenhamos maior respeito aos recursos naturais e a forma com os consumimos, com um maior investimento em capital humano, social e natural pensando no desenvolvimento que seja sustentável”.

Especificamente para o Brasil, o GEO-5 diz que o desafio abrange dois componentes.

O primeiro determina a busca de melhoria da qualidade de vida nas áreas já ocupadas, sobretudo nas grandes áreas urbanas, onde as concentrações populacionais estão degradando em ampla escala os recursos naturais (água, por exemplo).

O segundo desafio consiste em garantir a preservação e exploração consciente dos recursos naturais restantes através da gestão sustentável desses recursos.

Após o lançamento do GEO-5 foi realizado um debate com especialistas que participaram do relatório.(www.onu.org.br)

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