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01/06/2012 15h12 - Atualizado em 01/06/2012 15h12

Com um deficit de 4.662 vagas, MS pode ganhar mais 13 presídios

 
 
Recentemente detentos de Amambai foram transferidos de unidade pois viviam como Recentemente detentos de Amambai foram transferidos de unidade pois viviam como "sardinha"

Com um deficit de 4.662 vagas no sistema carcerário de Mato Grosso do Sul, a Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) pleiteia a construção de 13 novos presídios, além da ampliação de outras cinco unidades. A informação foi repassada pelo secretário da pasta, Wantuir Jacini, após reunião com a OAB/MS e outras entidades último dia 24 de maio.

De acordo com Jacini, as ampliações e construções dos presídios tem como objetivo reduzir a "hiperpopulação" carcerária - palavras de do próprio secretário -, além de melhorar o desenvolvimento do processo de ressocialização dos presos. Porém, segundo Jacini, a Secretaria aguarda verbas para atender as demandas, e já solicitou apoio do Ministério da Justiça e do Departamento Penitenciário Nacional. A OAB/MS enviou ofício à bancada federal do MS solicitando apoio para verbas federais a serem aplicadas no sistema prisional.

A Sejusp tem o intento de ampliar as cadeias masculinas de Aquidauana, Dois Irmãos do Buriti, Ponta Porã, Naviraí e cadeia feminina de Três Lagoas. Também deseja a construção de cadeias masculinas de Campo Grande, Dourados, Corumbá, Amambai, Nova Andradina, Três Lagoas, Paranaíba, Jardim, Coxim; e a construção das cadeias femininas de Campo Grande, Dourados, Ponta Porã e Corumbá.

Mato Grosso do Sul possui uma população carcerária de 11.088 presos, segundo censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), número 72,5% maior que o número total de vagas no Estado, 6.426. Apenas por tráfico de entorpecentes, são 2.990 presos.

No último dia 24 de maio, a cúpula da segurança pública de MS se reuniu para discutir a situação carcerária. Representada pelo seu vice-presidente, Júlio César Souza Rodrigues, a OAB/MS cobou a liberação verbas federais para aplicar na segurança regional.

Segundo Júlio Rodrigues, a OAB/MS terá expedientes com o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) para tratar da situação carcerária e tentar a liberação de verbas para o Estado aplicar em segurança pública. (OAB/MS)

(2) Comentários

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Até q enfim vao contruir mais presidios , meu ponto de vista, a populaçao cresçeu e os presidios e delegaçias sao as mesma de vinte anos atrás.

 
gilson em 01 de junho de 2012 às 20:52

vai ganhar!!!!

 
francisco goes em 01 de junho de 2012 às 17:53

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