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25/05/2012 17h49 - Atualizado em 26/05/2012 06h49
 
Atenta - César Cordeiro
E agora José?

O presidente da Sanesul (Empresa de Saneamento Básico de Mato Grosso do Sul), já passou também presidir a (As-sociação das Empresas de Saneamento Básico Estaduais) AESBE. A entidade não tem fins lucrativos, mas representa as Companhias Estaduais de Saneamento Básico. Barbosinha encara o cargo como mais um dos muitos desafios de sua car-reira. De fato ele tem razão. Tamanha responsabilidade com tantos problemas que o setor enfrenta em nível nacional.

A Céu Aberto

Uma pesquisa inédita divulgada ontem dá conta que o esgoto a céu aberto e o despejo irregular de lixo permanecem no entorno (um dos lados da quadra) de 11% e 5% dos domicílios brasileiros. O levantamento foi feito com base nos dados do Censo 2010.

A Pesquisa

A pesquisa contempla 47,2 milhões de moradias e tem como objetivo apontar as características urbanas dos municí-pios - iluminação pública, pavimentação, calçadas, arborização, identificação do logradouro, bueiros e rampas para ca-deirantes, além do esgoto e despejo de lixo.

A Carta

Trechos da carta aberta escrita pelo vice-presidente do diretório municipal do PMDB, engenheiro Antônio Nogueira e enviado a todas as redações merecem atenção. A carta aberta é dirigida ao deputado federal Geraldo Resende. “Vi, e todos os douradenses também viram, Vossa Excelência mudar de lado inúmeras vezes: Reeleito vereador na base de apoio do então Prefeito Braz Melo, passou a fazer-lhe oposição tão logo viu algumas de suas pretensões serem contraria-das, ou não atendidas”

Erro estratégico

Segue a carta. “Candidato a Deputado Estadual elegeu-se junto com o então Governador Zeca do PT, sendo naquela oportunidade seu Secretário de Saúde. Já na próxima eleição, quando Zeca era candidato à reeleição, Vossa Excelência, em pleno 2º turno deixou-o, indo apoiar a outra candidatura que não logrou êxito. Foi um erro estratégico seu.

Outra vez

Também, como Deputado Estadual, empenhou-se na eleição do Prefeito Laerte Tetila. Mais uma vez ao não ser aten-dido em suas pretensões deixou-o, passando a fazer-lhe oposição ferrenha. Entretanto, sua trajetória prosseguia com êxi-to: Vossa Excelência fora eleita, agora Deputado Federal e Brasília seria sua próxima meta.

Dono dos votos

“Hoje, já com três mandatos conquistados. Robustecido politicamente, musculatura de votos bem à mostra, espaços políticos espalhados por todo o Estado, Vossa Excelência carecia, sempre, de mostrar força maior na nossa Cidade. Nas vezes em que se elegeu não conseguiu mostrar que, em Dourados, era o dono dos votos. Tinha, sempre, algum outro can-didato que o suplantava”.

Sem companheiros

“Via-se, claramente, que Vossa meta era a prefeitura de Dourados... Entretanto, os métodos utilizados eram e sempre foram desagregadores. Ao deixar companheiros ao longo do seu caminho político, ao mudar constantemente de partido esqueceu-se de formar grupo político. Tornou-se, o que se diz nos meios políticos: inconfiável! Hoje, na cúpula política, Vossa Excelência não tem companheiros. Faz-se suportar! Agrega-se a eles e deles tira o seu sustento”.

Calças na mão

Quando dos preparativos para a eleição de Prefeito, do ano de 2008, Vossa Excelência era militante do PPS. Por oportunismo, filiou-se ao PMDB pensando que nessa legenda seria mais fácil atingir o seu intento: Prefeitura de Doura-dos. Deu com os burros n'água! O PPS, ferido nos brios quase lhe cassou o mandato de Deputado Federal! Um acidente de percurso que foi superado escapando “com as calças na mão”!

Ex fenômeno

“Com essa filiação, pôs-se a pleitear a candidatura de prefeito. Esperneou, gritou, chiou, chantageou... mas na última hora, quando se devia, de fato enfrentar o fenômeno político que se formava, (Ari Artuzi) “pulou para traz”, deixando o abacaxi para outra pessoa ( Murilo)”.

Duvida cruel

Porque será que ultimamente o deputado federal Geraldo Resende (PMDB), todas as vezes em que é entrevistado, vomita tanto ódio ódio para cima da imprensa. O deputado, representa suas ações em um trator, como forma de transmitir a imagem de que é um deputado que trabalha. Será que o tratorzinho do deputado, aquele que engasgou na subida e foi ultrapassado pelo Marçal Filho no IBOPE, é movido a ódio?.

Sequencia de erros

O deputado parece ter sido contagiado por um ódio a imprensa que ataca muitos políticos, na fase em que vêem suas defesas esgotadas. Culpar a imprensa passa sempre a impressão de que o político é a vitima e não culpado por uma se-quencia de erros que sempre culmina com o desgaste. Político nenhum é obrigado a gostar da imprensa, mas nunca se pode generalizar, mesmo porque ao generalizar em seus ataques, o deputado federal Geraldo Resende, não poupa nem mesmo a imprensa contratada por ele e paga com dinheiro público, para trabalhar em seu escritório e cumprir a árdua missão de defende-lo.

Que frase

“Existem pessoas que medem o mundo pelo próprio tamanho”

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