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17/07/2012 06h22

O contorno

 
Atenta - César Cordeiro

O contorno

Pessoa atenta, o ruralista, Ademar Roque Zanatta, entrou em contato com a coluna para fazer as seguintes considerações a respeito de abordagens que foram feitas neste espaço com relação a conclusão das obras do anel viário de Dourados, em tópico denominado pela Atenta como: A Industria do Contorno.

H####istória do anel

“Quero cumprimentar esse jornalista, pela forma inteligente e resumida com que tratou a "história" da construção da Perimetral Norte, na sua coluna do ultimo dia 12 de julho e que merece elogio”.

A falta de nexo

“Endossamos suas palavras acrescentando que a falta de nexo político e desrespeito conosco, demandadores de uma boa estrada, chegou ao ponto de alguns deputados anunciarem publicamente que iriam destinar emendas de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) para a construção da rodovia”.

Novo traçado

“Tais valores comparados com um pré-orçamento do custo da obra que apontava algo em torno de R$25.000.000,00(vinte e cinco milhões), literalmente brincaram com a nossa inteligência. Outros insistiam em não contemplar o novo traçado por nós proposto”.

Moeda de troca

“O potencial econômico e a arrecadação de tributos foram sempre abundantes moedas de troca. Nossas autoridades municipais, com raríssimas exceções, também não souberam usar para negociar com o Estado”.

Trânsito pesado

“O tempo foi passando e os gastos com a manutenção da ruas da cidade foi incalculável por falta do desvio do trânsito pesado. Temos que deixar registrado a luta do vereador Cimatti durante anos”.

Saiu do papel

“Por fim, em 2009, valeu a persistência do então prefeito municipal que foi capaz de obter o compromisso do Governo do Estado para a tão necessária obra. Não fosse isso não teria ainda saído do papel, no nosso entender”.

Duas décadas

“A demagogia imperou e a indiferença de boa parte da classe política nos envolveu nos últimos 15 anos que antecederam o edital de construção”. O anel viário, após mais de vinte anos será entregue no próximo dia 20 de julho.

Comitês financeiros

Amanhã, quarta-feira (18) é o último dia para os partidos políticos registrarem os comitês financeiros, perante o juízo eleitoral encarregado do registro dos candidatos. Os partidos devem observar o prazo de cinco dias após a respectiva constituição do comitê para fazer o registro.

Impugnar registros

Também esta quarta-feira é o último dia para qualquer candidato, partido político, coligação ou o Ministério Público Eleitoral impugnar os pedidos de registro individual de candidatos, cujos partidos políticos ou coligações não os tenham requerido até o dia 5 de julho.

Registro Individual

Nesta data termina ainda o prazo para que qualquer cidadão, no gozo de seus direitos políticos, informe ao juízo eleitoral notícia de inelegibilidade que afete candidato que tenha requerido pedido de registro individual, na hipótese de os partidos políticos ou coligações não terem solicitado o registro.

Posto no Itamarati

O Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul (MPF/MS) ajuizou ação civil pública para interditar um posto de combustível localizado no Assentamento Itamarati II, em Ponta Porã. O estabelecimento foi concedido a particulares sem autorização e, mesmo pertencendo ao Incra, hoje é alugado pelos assentados a uma empresa escolhida sem processo licitatório e que não possui licença ambiental.

Uma década

O posto, antes abandonado, segundo o MPF foi cedido irregularmente pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) à Associação dos Agricultores Familiares do Assentamento Itamarati (A.A.F.I), que em 2011, passou a alugar a área a um empresário pelo valor de cinco salários mínimos – o que equivale hoje a R$ 3.110. O contrato prevê o aluguel por 10 anos e a verba é revertida para a própria associação e para o empresário.

Nulidade dos contratos

Na ação ajuizada, o MPF pede à Justiça que a associação dos assentados e o empresário responsável pelo gerenciamento do posto deixem de explorar e exercer a revenda de combustíveis. O Ministério Público quer ainda a nulidade dos contratos que transferiram a posse do bem público à Associação e ao empresário.

Em desacordo

Para o procurador da República Luís Cláudio Senna Consentino, “tudo aponta para que o funcionamento do posto de combustíveis está em total desacordo com a legislação vigente e oferece sérios riscos ao meio ambiente, aos consumidores e à segurança da coletividade, o que enseja a imediata interdição de seu funcionamento”.

Que frase!

“Ninguém consegue ser subversivo após uma feijoada”. (Rui Barbosa)

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