20/05/2013 06h19
Conjuntura - Williams Araújo
MD
O ex-vereador de Campo Grande, Athayde Nery (ex-PPS), foi indicado no sábado presidente regional do MD (Mobilização Democrática), nascido da fusão entre PPS e PMN. O empresário e suplente de vereador Máximo Brasil (ex-PMN) foi escolhido 1º vice-presidente regional da nova legenda.
Filiação
Durante o ato no qual foi aclamado presidente do MD, Athayde disse que o próximo passo é fazer uma campanha de filiação dirigida aos vereadores e lideranças da sociedade, aproveitando a janela de 30 dias após a aprovação do registro do novo partido no TSE. A ideia, segundo ele, é fortalecer o partido na construção de chapa própria para a eleição de deputados estaduais e federais.
O clone
Enquanto o comando regional do PSDB lançou o projeto “Pensando Mato Grosso do Sul, o Mobilização Democrática criou o Movimento Fala Mato Grosso do Sul. Da mesma forma, a proposta foi lançada discutir em várias regiões do Estado uma nova proposta política visando às eleições de 2014.
Unido
Presidente regional do PSDB, o deputado estadual Márcio Monteiro prestigiou no sábado a convenção nacional que elegeu o senador Aécio Neves (MG) presidente do diretório nacional do partido. Monteiro disse que o PSDB sul-mato-grossense está fechado com Aécio e destacou a força da caravana do Estado que participou da festa tucana, incluindo o o senador Ruben Figueiró e os deputados estaduais Dione Hashioka e Onevan de Matos.
Herança
Eleito por meio de chapa única, Aécio Neves disparou contra os adversários durante a convenção do PSDB em Brasília. Segundo ele, a opção do governo petista de comemorar os dez anos no governo tem o intuito de esconder o desempenho pífio dos dois primeiros anos da atual gestão petista. “Nos anos do presidente Lula, eles ainda foram beneficiados pela herança do governo Fernando Henrique Cardoso”, provocou o presidenciável.
Três marcas
Para Aécio, se o governo do PT fosse comemorar apenas os dois anos da atual gestão, comemorariam três marcas: “um 'PIBinho' ridículo”, “a inflação saindo de controle” e “obras de infraestrutura estagnadas”. “O PSDB deve, no momento certo, em 2014, apresentar um projeto alternativo a esse que está aí”, sugeriu.