25/05/2013 07h20
Conjuntura - Williams Araújo
Ombudsman
Delcídio do Amaral (PT) voltou a provocar seus adversários políticos depois de uma breve trégua nas redes sociais. Usou o facebook para jogar André Puccinelli (PMDB) contra a presidente Dilma. “Tem gente, em MS, mais enrolada que bobina! Cada dia fala uma coisa... ("Não sei...")”, disparou, ao linkar um vídeo do Youtube no qual aparece o governador dizendo à imprensa nacional que não sabe se o PMDB de MS apoiará a petista em 2014.
Com a barriga
Pelo jeito, nem os governistas mais convincentes acreditam no esforço concentrado do Congresso Nacional para limpar a pauta de votação, principalmente as matérias mais importantes em tramitação na Casa.
Particularmente, Delcídio não acredita muito nisso. “Em ano pré-eleitoral e considerando as últimas votações, o Congresso vai "fritar bolinho" até o ano que vem”, ironizou o petista.
PSD
Especulações na Capital dão conta que o secretário-executivo do diretório nacional do PSD, Saulo Queiroz, estaria articulando para trocar o comando do partido em Mato Grosso do Sul, hoje nas mãos do empresário Antonio João Hugo Rodrigues.
Dizem que o desejo de Saulo, que já comandou o extinto PFL no Estado e também foi um dos “cabeças coroadas” em nível nacional da legenda, seria entregar o controle da nova sigla para o deputado estadual Zé Teixeira (DEM).
Irritação
O deputado estadual Lídio Lopes (sem partido) tem irritado alguns pares ao dizer que tem base eleitoral no Conesul e que o anúncio das obras na MS-295, que liga Eldorado a Sanga Puitã, saiu por meio de sua articulação.
É que, apesar de ter nascido em Iguatemi, o parlamentar morou e trabalhou como advogado durante muito tempo no município de Dourados, e já vive há anos em Campo Grande, onde foi vereador. Além disso, a recuperação da 295 é um pedido antigo, e Lídio chegou há pouco ao Legislativo estadual.
Pacto federativo
Os prefeitos se prepararam para participar da XVI Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios que ocorrerá de 8 a 11 de julho, na Capital Federal. Devem voltar a cobrar a votação de um velho tema, o “pacto federativo”, que significa distribuição igualitária do bolo tributário nacional entre a União, estados e municípios.
Os gestores públicos esperam que não seja apenas mais um ato para montar palanque para o governo Dilma prometer e não cumprir.