08/05/2013 06h19
Conjuntura - Williams Araújo
Top Five
O humorístico CQC, que foi ao ar na segunda-feira (6), não perdoou a gafe cometida pela presidente Dilma Rousseff ao se referir a Mato Grosso do Sul como Mato Grosso, durante sua visita na semana passada a Campo Grande.
E diante do equívoco presidencial, um dos integrantes do programa da Band alfinetou: “É melhor a presidente treinar antes de ir para a Coréia, pois lá é mais violento”, ironizou Marco Luque.
Ostras
Os vereadores da Capital perderam o bonde da história ao se recusarem a abrir a CPI da Saúde quando o escândalo veio à tona. A negativa da maioria oposicionista se deu apenas por vontade de contrariar o prefeito Alcides Bernal (PP), que queria ver essa bandalheira toda passada a limpo.
Com essa atitude, eles passaram de personagens principais a meros coadjuvantes. Triste, para dizer o mínimo.
Rastros
A ganância ilimitada da máfia da saúde fez com que até um renomado ‘causídico’ da Capital deixasse as digitais nos tortuosos caminhos percorridos pelo grupo. As ligações telefônicas em mãos da Polícia Federal e da TV Morena registraram suas incursões no caso.
Como se vê, até experiente conhecedor das leis não se atenta para fatos que defende tão bem quando acontecem com os outros.
No colete
Segundo analistas, a criação desta ‘Força-Tarefa’ para investigar a saúde em Mato Grosso do Sul vai dar muito pano pra manga. Até onde se sabe, a Polícia Federal tem tudo gravado e vai usar todo esse arsenal para pegar os verdadeiros culpados.
E segundo as informações, essas escutas vinham sendo feitas há muito tempo sem que ninguém desconfiasse de absolutamente nada.
Respaldo
Outro nome forte que também é favorável à abertura da CPI da Saúde é o senador e pré-candidato ao Governo do Estado, Delcídio do Amaral (PT). Ele inclusive contesta a tese de alguns vereadores de que fica difícil atuar numa situação dessas quando a própria Polícia Federal já está em fase de investigação.
Para Delcídio, o trabalho de ambos, CPI e PF se completa e, por isso, é possível que se investigue e se aponte soluções para os problemas.
Conta alta
Os prefeitos que se elegeram no ano passado e depois tiveram seus mandatos cassados pela Justiça eleitoral, estão na mira do TSE (Tribunal superior Eleitoral) e da Controladoria Geral da União. Ambos querem que eles ressarçam os prejuízos causados ao país com a realização de novas eleições.
Por aqui, dois novos pleitos já foram efetivados e prestes a acontecer mais alguns