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20/06/2012 08h57 - Atualizado em 20/06/2012 08h57

Telescópio europeu flagra berçário de estrelas na 'Nebulosa Guerra e Paz'

Telescópio europeu flagra berçário de estrelas na 'Nebulosa Guerra e Paz'

Aglomerado de astros fica na constelação de Escorpião, na Via Láctea. Região foi avistada pela primeira vez em 1837, a partir da África do Sul

 

Telescópio europeu flagra berçário de estrelas na 'Nebulosa Guerra e Paz' Aglomerado de astros fica na constelação de Escorpião, na Via Láctea. Região foi avistada pela primeira vez em 1837, a partir da África do Sul.

O Telescópio Extremamente Grande do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) divulgou nesta quarta-feira (20) a imagem mais detalhada obtida até hoje do berçário estelar NGC 6357, conhecido como Nebulosa Guerra e Paz, que fica na constelação de Escorpião, nas profundezas da Via Láctea. A foto mostra inúmeras estrelas quentes e jovens (com O Telescópio Extremamente Grande do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) divulgou nesta quarta-feira (20) a imagem mais detalhada obtida até hoje do berçário estelar NGC 6357, conhecido como Nebulosa Guerra e Paz, que fica na constelação de Escorpião, nas profundezas da Via Láctea. A foto mostra inúmeras estrelas quentes e jovens (com "apenas" milhões de anos), nuvens brilhantes de gás e formações de poeira circulando em meio a ventos estelares e radiação ultravioleta (Foto: ESO/Divulgação)
Os traços escuros que recobrem esta imagem e a de cima são poeira cósmica, formada por pequeníssimas partículas de silicatos, grafite e gelo, produzidas e expelidas para o espaço por gerações anteriores de estrelas. Essa poeira é muito mais fina que a doméstica e se parece com fumaça. O nome da nebulosa, Guerra e Paz, foi dado pelos astrônomos porque esta foto pareceria uma pomba e a de cima, uma caveira. As duas compõem uma imagem única, sendo esta a da esquerda e a de cima, da direita (Foto: ESO/Divulgação) Os traços escuros que recobrem esta imagem e a de cima são poeira cósmica, formada por pequeníssimas partículas de silicatos, grafite e gelo, produzidas e expelidas para o espaço por gerações anteriores de estrelas. Essa poeira é muito mais fina que a doméstica e se parece com fumaça. O nome da nebulosa, Guerra e Paz, foi dado pelos astrônomos porque esta foto pareceria uma pomba e a de cima, uma caveira. As duas compõem uma imagem única, sendo esta a da esquerda e a de cima, da direita (Foto: ESO/Divulgação)
A região mais central e brilhante da nebulosa NGC 6357 contém um aglomerado de estrelas de grande massa, que estão entre os astros mais brilhantes da Via Láctea. O interior dele, que não pode ser visto na imagem, já foi intensamente estudado pelo Telescópio Hubble, da agência espacial americana (Nasa). Esta foto foi produzida pelo programa Joias Cósmicas, do ESO, que é financiado por 15 países europeus, além do Brasil. A NGC 6357 foi vista pela primeira vez em 1837, a partir da África do Sul (Foto: ESO/Divulgação) A região mais central e brilhante da nebulosa NGC 6357 contém um aglomerado de estrelas de grande massa, que estão entre os astros mais brilhantes da Via Láctea. O interior dele, que não pode ser visto na imagem, já foi intensamente estudado pelo Telescópio Hubble, da agência espacial americana (Nasa). Esta foto foi produzida pelo programa Joias Cósmicas, do ESO, que é financiado por 15 países europeus, além do Brasil. A NGC 6357 foi vista pela primeira vez em 1837, a partir da África do Sul (Foto: ESO/Divulgação)

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¨nao estamos a sos.

 
mario em 21 de junho de 2012 às 07:06

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