Número de agricultores na alimentação escolar sobe 63%

Portal Brasil 16/07/2017 15h01

 
Pelo Pnae, cada associação recebe, por ano, em média R$ 900 mil com a entrega de 50 toneladas de frutas
Arquivo/Agência Brasil Pelo Pnae, cada associação recebe, por ano, em média R$ 900 mil com a entrega de 50 toneladas de frutas
Arquivo/Agência Brasil

O número de agricultores familiares que passaram a produzir no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) cresceu 63% entre 2012 e 2016.

Ao todo, 34 mil produtores são beneficiados pela iniciativa, que arrecada até 30% dos recursos liberados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), destinados à alimentação escolar na rede pública.

Os alimentos são comprados principalmente de agricultores na mesma cidade em que estão as escolas para privilegiar os assentamentos da reforma agrária, as comunidades tradicionais indígenas e comunidades quilombolas.

A Associação dos Produtores do Vale de Extremoz (Assoprove), localizada no município de Extremoz, no Rio Grande do Norte, é uma das pioneiras no acesso ao programa.

Ela foi fundada em 2005 e, desde 2010, cerca de 100 agricultores familiares associados têm um destino certo para a produção hortifrutigranjeira.

Pelo Pnae, a associação recebe, por ano, em média, R$ 900 mil com a entrega de 50 toneladas de frutas, polpas de frutas e leite, e evita a exploração dos agricultores por atravessadores.

Em 2015, no Rio Grande do Norte, 117 municípios venderam a produção da agricultura familiar para o Pnae, atingindo o valor de R$14.120.090, de acordo com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).


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