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sexta-feira, 19 de agosto de 2022

TV perde espaço para Internet e celular

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A TV está perdendo espaço para a Internet. Uma pesquisa realizada pela IBM, entre os meses de abril e junho de 2007, mostrou que uma maior parcela de pessoas se considerou mais usuária de Internet do que espectadora de TV.Do total de entrevistados, 19% afirmaram passar seis horas ou mais por dia na Internet, enquanto 9% dos entrevistados informaram assistir à TVdurante este mesmo tempo. Já os padrões moderados de uso da internet, comparados ao uso da televisão, foram similares: 66% declaram que assistem de uma a quatro horas de TV por dia contra 60% que informaram permanecer o mesmo tempo on-line.De acordo com o líder de estratégia de mídia e entretenimento da IBM, Saul Berman, a internetestá se tornando a principal fonte de entretenimento dos consumidores. Ele afirmou que a TV está cada vez mais sendo deixada de lado em relação ao celular e ao computador pessoal, entre as pessoas de 18 a 34 anos.Celular

A pesquisa mostra também que os consumidores estão buscando conteúdo, reconhecimento e identidade consolidados e confiáveis de entretenimento no celular.De acordo com o gerente do Setor de Comunicações da IBM, Bill Battino, 43% dos entrevistados disseram ter assistido ou querer assistir vídeos no celular. Uma parcela de 23% dos entrevistados informou que está usando um serviço de música portátil, 7% afirmaram que têm uma assinatura de conteúdo de vídeo nos celulares e 11% declararam que dispõe de uma assinatura de conteúdo baseado em computador pessoal.Conteúdo on-line

A pesquisa mostrou ainda que grande parte das pessoas está contribuindo para web sites de vídeos e de relacionamentos sociais: 9% dos entrevistados na Alemanha e 7% dos que moram nos EUA afirmam que contribuíram para um site de conteúdo gerado pelo usuário; 26% dos norte-americanos informaram que estão colaborando com um site de relacionamento social.No Reino Unido, cerca de um terço dos usuários que assistem à TV via celular passaram a assistir menos ao aparelho de TV original. Uma parcela de 18% afirmou que diminuiu um pouco a freqüência de assistir à TV convencional e outros 8% reduziram bastante a freqüência.

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