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quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

Projeto Padrinho busca voluntários para trabalho com crianças acolhidas no Lar Santa Rita

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Você já pensou em ajudar uma criança, estimulando a leitura de livros e contribuindo para a confecção de um álbum de figuras contando sua história? Isso é possível através do Projeto ‘Contando Minha História’, ligado ao Projeto Padrinho de Dourados. O projeto, desenvolvido por voluntários e ligado ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, está precisando de voluntários para atender às crianças que estão acolhidas no Lar Santa Rita.

Através da mediação de leitura, de brincadeiras e outras atividades lúdicas, o projeto busca despertar na criança ou adolescente o prazer pela leitura e pelo mundo das histórias. A partir disso, são incentivados a serem os autores de suas próprias histórias, construindo um álbum de sua trajetória de vida no período em que estão acolhidas.

De acordo com a psicóloga Cláudia Aguiar, qualquer pessoa pode participar. O trabalho tem duração de um ano e é desenvolvido em encontros semanais, com duração de uma hora. “Nestes encontros, o voluntário pode ler livros, brincar e conversar com esta criança, sempre fortalecendo a sua história e empoderando-a para o futuro”, explica. 

O álbum, segundo ela, tem uma formatação planejada e poderá incluir fotos de festas, eventos e atividades que a criança participou no período em que esteve acolhida, ajudando-a a registrar esta experiência e contar sua história de forma positiva. Hoje, segundo a psicóloga, 20 crianças de até 7 anos estão acolhidas no Lar Santa Rita, mas nem todas estão apadrinhadas neste projeto. 

As pessoas interessadas em atuar como voluntárias podem entrar contato com a equipe de atendimento psicossocial do Fórum de Dourados, nos telefones (67) 3902-1734 (falar com psicóloga Cláudia Aguiar) ou 3902-2992 (assistente social Tatiane Gondo).

Sobre o Projeto Padrinho

Em Dourados, o projeto “Contando Minha História” é uma iniciativa do Projeto Padrinho, criado em 2009. O Projeto Padrinho tem como objetivo mostrar à sociedade a realidade das crianças em situação de risco e estimular o exercício da cidadania, convidando a comunidade para gestos de afetividade, levando carinho e convivência familiar, social e comunitária às crianças.

Os interessados poderão apadrinhar crianças dos abrigos e oferecer ajuda, seja de maneira material, afetiva, profissional e educacional. Qualquer pessoa acima dos 18 anos, além de empresas, instituições, grupos filantrópicos, escolas, clubes de serviços, entidades e associações podem ajudar. 

Os interessados devem procurar o Fórum de Dourados e se cadastrar. O trabalho pode ser iniciado após avaliação psicossocial, realizada por assistente social e psicóloga.

Por: Ana Paula Amaral

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