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sábado, 2 de julho de 2022

Francisco: calem-se as armas, quem faz a guerra esquece a humanidade

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Por CNBB

“Calem-se as armas”, pediu o Papa Francisco no Ângelus o último domingo, 27 de fevereiro, ao recordar a guerra na Ucrânia. Diante de uma Praça São Pedro com várias bandeiras com as cores do país do Leste Europeu, Francisco renovou o convite para viver, neste dia 2 de março, Quarta-feira de Cinzas, um dia de oração e jejum pela paz: “um dia para estar perto dos sofrimentos do povo ucraniano, sentir que somos todos irmãos e implorar a Deus pelo fim da guerra”.

O convite de Francisco é para não deixar de orar, e, ainda mais, implorar a Deus com maior intensidade. O pontífice ainda chamou atenção para alguns aspectos no contexto dos conflitos bélicos:

“Quem faz a guerra esquece a humanidade. Não parte do povo, não olha para a vida concreta do povo, mas põe os interesses do partido e do poder acima de tudo.

Confia na lógica diabólica e perversa das armas, que está mais distante da vontade de Deus.

E se distancia das pessoas comuns, que querem a paz, e que em cada conflito são as verdadeiras vítimas que pagam com a própria pele as loucuras da guerra. Penso nos idosos, naqueles que buscam refúgio nestas horas, nas mães que fogem com seus filhos… São irmãos e irmãs para quem é urgente abrir corredores humanitários e que devem ser acolhidos”.

“Com o coração partido por tudo o que acontece na Ucrânia”, o Papa pediu para que não esqueçamos a guerra em outras partes do mundo, como Iêmen, Síria, Etiópia. “Repito: calem-se as armas! Deus está com os operadores da paz, não com aqueles que usam a violência”.

Parafraseando a Constituição italiana, salientou que “aqueles que amam a paz ‘repudiam a guerra como instrumento de ofensa à liberdade de outros povos e como meio de resolução de disputas internacionais’”.

Foto de capa: Vatican Media

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