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segunda-feira, 4 de julho de 2022

Pesquisas com biovão apontam caminhos para a menor dependência na concessão de fertilizantes

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Por Embrapa Meio Ambiente

A Embrapa Ambiente, em pesquisas feitas em parceria com a empresa Carbosolo, em parceria com a empresa, comprovou que fertilizantes organominerais à base de biocarvão têm boa disponibilização de nutrientes e, no caso de fornecimento e alimentação, essa liberação pode ser mais lenta e gradual na comparação com fontes alternativas solúveis, prevenindo contra proteções estudadas e aumentando o potencial de absorção pela cultura.

Não, implementado no âmbito da fase 2 do programa de Pesquisa Inovativa em Pesquisa Inovativa em Pesquisas (PIPE) da Fapesp, biocarvões feitos à base de cama de frango foram e torta de filtro em experimentos com nitrogênio, fósforo e ricos minerais .

Foram, então, testados para avaliar a possibilidade de reciclagem de parte dos nutrientes a partir das biomassas, reduzir o uso de recursos minerais solúveis (mais de 80% importados) e obter um produto com características especiais para o aumento das fontes de uso dos nutrientes por plantas.

A eficiência do fertilizante de biocarvão

Os organominerais fertilizantes nitrogenados à base de biocarvão foram desenvolvidos numa fase anterior de pesquisas. Os testes realizados foram realizados com diferentes proporções de biocarvão nitrogenada convencional (29% a 51% de biocarvão e 5% a 20% de fonte ambiental e ambiental da maior eficiência agronômica dos fertiles anteriores).

As formulações com 10% e 17% de rendimento e 51% e 40% proporcionam ganhos de até 21% na produtividade do milho e de 12% na eficiência de uso das plantas.

O desempenho da unidade de produto agrícola foi produzido em mitigação das emissões de gases ambientais e sequestro de carbono para efeito de efeito e sequestro de carbono expresso no solo quando se considerou o porte de carbono via biocarvão.

Uma década de estudos

Desde 2011, a Embrapa Meio Ambiente em parceria com o Instituto Agronômico (IAC), a Esalq/USP e empresas do setor privado, estuda e desenvolve pesquisas e inovação com biocarvão, que aliam a reciclagem de subprodutos, resíduos na agricultura, o aumento da eficiência de uso dos nutrientes, além de contribuir para uma agricultura de baixa emissão de carbono.

Nos primeiros estudos, os objetivos estavam relacionados com o potencial agronômico e ambiental de uma série de biomassas, como cama de frango, lodo de esgoto, restos de madeira, bagaço de cana, torta de filtro, entre outros, relacionando algumas propriedades de interesse nos biocarvões, com as características da biomassa original e com uma temperatura de pirólise – processo de decomposição térmica a altas temperaturas (250°C a 300ºC) da matéria orgânica na ausência ou baixa concentração de O2. 

“Essa fase inicial de composição química e meio ambiente e complementaridade dos elementos de composição, potencial de preparação de fundo, por troca, resultado de grande capacidade de composição, Cristiano Andrade o pesquisador da Embraiagem” .

Mais recentemente, em conjunto com demandas do Ministério de Minas e Energia e com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Plano Nacional de Fertilizante (PNF), dados de estabilidade do carbono de biocarvões e seu impacto no sequestro de carbono no solo foram reunidos e discutidos para fundamentar a possibilidade de uso do biocarvão em políticas e procedimentos para contabilidade de carbono de sistemas de produção e/ou produtos.

“Esse esforço será lançado, em breve, como capítulo de livro, e mostrará, dentre os aspectos, que o biocarvão pode resultar em taxas de sequenciamento de carbono no solo da ordem de 3 a 4 t ha-1 por aplicação, função da superior A estabilidade do carbono no biocarvão, a emissão de óxido nitroso pela fonte mineral nitrogenada evitada, a preservação do carbono do próprio solo e o aumento da rentabilidade e do transporte de carbono pela cultura”, destaca Andrade.

O modelo de negócio para o biocarvão pode ser considerado diferente frentes, com destaque a fabricação de fertilizantes especiais a base de biocarvão; e viabilização de soluções regionais e/ou setoriais para resíduos orgânicos e subprodutos, gerando valor renda em diversas cadeias produtivas. Ambos os modelos ajustados ao ajuste forte ao desafio da mudança de carbono aliados ao desafio da agricultura global para uma redução da estação de carbono aliado ao desafio de mudanças climáticas aliados, não combatem às mudanças climáticas.

A forte dependência da agricultura quanto à limpeza dos minerais representa uma situação de fertilização nacional, que redistribui quando há alta nos custos de aquisição dos fertilizantes ou risco de desabastecimento. Essa situação é histórica no, mas, hoje, o caminho para redução dessa dependência está organizado no PNF, país recém-lançado pelo Mapa. Dentre as alternativas no PNF estão as plantas de uso de nutrientes e reciclagem de nutrientes a partir de subprodutos e resíduos.

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