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sábado, 2 de julho de 2022

Renda de trabalho de 1% dos mais ricos é 57 vezes maior que os 10% mais pobres em MS

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Em Mato Grosso do Sul, a renda média da população mais rica é 57,6 vezes maior do que a população mais pobre, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O rendimento médio mensal real do 1% da população com maiores rendimentos em Mato Grosso do Sul era de R$ 26.995,00, o que corresponde a 57,6 vezes o rendimento dos 10% da população com os menores rendimentos (R$ 468,20), em 2021. Na comparação com o valor médio recebido pelos 50% da população com os menores rendimentos (R$ 1.502,20), o valor recebido pelo 1% da população de MS com maiores rendimentos é 17,9 vezes superior.

Em âmbito nacional, de 2020 para 2021, apesar do aumento da população ocupada, a massa do rendimento mensal real de todos os trabalhos caiu 3,1%, indo de R$ 223,6 bilhões para R$ 216,7 bi, no período De 2016 (R$ 2.464,00) a 2021 (R$ 2.398,00), o rendimento médio real de todas as fontes teve redução de
2,7% em Mato Grosso do Sul. Se compararmos ao rendimento médio registrado em 2019 (R$ 2.663,00), a redução é ainda maior (queda de 9,9%).

O percentual de pessoas com algum rendimento no estado, de qualquer tipo, na população do país também caiu: de 61% para 59,8%, retornando ao percentual de 2012, o menor da série. Houve redução em todas as regiões, principalmente no Norte. O Sul (64,8%) continua com a maior estimativa, como aconteceu em
todos os anos da série histórica. As menores são nas regiões Norte (53,0%) e Nordeste (56,3%).

No Brasil, o rendimento médio mensal real de todas as fontes, em 2021, foi de R$ 2.265,00. Em 2021, o rendimento médio mensal real de todas as fontes se apresentou de maneira bastante distinta entre as Grandes Regiões do Brasil: a Região Sudeste registrou o maior valor (R$ 2 667), seguida pelas Regiões Centro-Oeste (R$ 2 565) e Sul (R$ 2 556), enquanto o menor foi verificado na Região Nordeste (R$ 1 497). De 2020 para 2021, a queda desse rendimento ocorreu principalmente nas Regiões Nordeste (10,9%) e Norte (7,0%).

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