Caso Suzano e a realidade escolar

14/03/2019 09h26 - Por: Weimar Torres

Ontem, quarta-feira (13) , como todos já sabemos, dois jovens armados entraram numa escola em Suzano. Mataram dez pessoas e feriram onze. A pergunta que não quer calar é: qual era a situação psico-social dos jovens que cometeram essa barbárie?

Nos últimos anos, muito se fala em bullying nas escolas. Tatiana Taucci, mãe de um dos atiradores, relevou que o filho parou de estudar pois sofria bullying nessa escola, que era introvertido e viciado em video-game. Qual a responsabilidade do governo nisso tudo?

O governo tem a obrigação (porém nada faz) de proporcionar um ambiente escolar em que o aluno possa se desenvolver bem nas áreas que mantém a saúde mental e física em dia. Se os impostos pagos por todos nós fossem direcionados corretamente, as escolas teriam bons professores de educação física (o esporte proporciona auto-estima e boas relações sociais), aulas de artes (teatro, pintura, etc).

Em relação a realidade do Bullying, toda escola deveria ter um psicólogo capacitado para tratar corretamente qualquer aluno que sofra com isso. E também palestras em sala de aula sobre o assunto para que a prática de bullying diminua.

Nosso atual presidente Jair Bolsonaro, com sua atitude errônea de flexibilizar o porte de armas, impulsiona nosso país a virar o caos que é a realidade dos massacres nas escolas americanas. Que Deus abençõe o Brasil para que tragédias como essa não virem recorrentes como é nos EUA.



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