Deputado rebate sobre reforma de posto e cobra projeto

13/06/2018 16h43 - Por: Da redação


 
Posto do Ouro Verde necessita de reforma geral, principalmente na área interna Posto do Ouro Verde necessita de reforma geral, principalmente na área interna

O deputado federal Geraldo Resende (PSDB) informou, nesta quarta-feira (13), que o secretário municipal de Saúde Renato Vidigal, equivocou-se ao dizer que o parlamentar retirou recursos que havia indicado para a reforma de Unidade Básica do Jardim Ouro Verde, em Dourados. O que aconteceu, segundo Geraldo, foi que o governo federal contingenciou (cortou) os recursos pela morosidade do Município no cadastramento dos projetos da obra.

Segundo o parlamentar, no entanto, há condições de conquistar recursos ainda em 2018 para a reforma mas, para tanto, é necessário que a Prefeitura elabore e encaminhe o projeto da obra ao Ministério da Saúde dentro de 30 dias.

"Não vou entrar em polêmicas e celeumas que não levam a nada. Minha prioridade é a saúde pública. Tenho a possibilidade de reconquistar esses recursos, mas precisamos de agilidade por parte da administração municipal de Dourados", salienta o parlamentar.

Equívoco

Na terça-feira (12), o secretário de Saúde, Renato Vidigal, em encontro com vereadores na Câmara Municipal, segundo Geraldo, equivocou-se ao afirmar, em relação a uma emenda de autoria do parlamentar, que ficou surpreso "com o anúncio de que o deputado mandou suspender o repasse para Dourados".

A emenda de Geraldo Resende previa recursos para atenção básica de Dourados e Jateí em um total de R$ 1 milhão, sendo R$ 500 mil para a reforma da UBS Central de Jateí e R$ 500 mil para a UBS do Bairro Jardim Ouro Verde de Dourados. O corte foi feito pelo governo federal diante da demora na confecção do projeto.

A emenda que garantia recursos para a reforma da UBS do Jardim Ouro Verde foi uma solicitação dos profissionais de saúde que trabalham no local e dos pacientes.

O deputado Geraldo Resende indicou a emenda no ano de 2017. O gabinete do parlamentar informou à Administração Municipal a necessidade de celeridade na apresentação dos projetos por meio de ofícios e reuniões na Prefeitura, porém o atraso do Município levou ao cancelamento dos recursos federais.


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