Marçal cobra mais atenção para a educação em Dourados

19/06/2018 14h08


Educadores voltaram a protestar na Câmara; eles cobram prorrogação de concurso público Educadores voltaram a protestar na Câmara; eles cobram prorrogação de concurso público

Ao ocupar a tribuna da Câmara na noite desta segunda-feira (18), o vereador Marçal Filho cobrou mais atenção da prefeitura de Dourados para a área da educação. Um dos impasses que ultimamente tem ocorrido na cidade é quanto à falta de professores, convocação de aprovados em concurso e obras de Ceims em ritmo lento.

Ontem, educadores voltaram a protestar na Câmara. Eles prometem fazer barulho todas as segundas-feiras durante as sessões, até que a prefeitura resolva o impasse. Além de professores, há inúmeros cargos como motoristas, vigias e área da saúde que faltam ser convocados.

Marçal chamou a atenção sobre discursos de campanha onde a educação era tratada em planos de governos como prioridade, mas na prática a situação tem sido o inverso. "E isso aconteceu em Dourados. A educação e a saúde foram colocadas como prioritárias no papel, porém o que estamos presenciando são escolas sem professores, alunos dispensados mais cedo, educadores sem reajuste, postos sem médicos e sem medicamentos", criticou o parlamentar.

Com faixas e cartazes, os educadores cobraram na Câmara a prorrogação imediata do concurso para mais dois anos. Eles não acreditam que serão convocados até dezembro. A administração municipal não se manifestou quando chamará os aprovados.

Falta de locais para trabalho não pode ser considerada justificativa. Marçal lembrou sobre o Ceim do jardim Colibri inaugurado no final do ano passado e que até agora não entrou em funcionamento. Também chamou a atenção sobre as obras de outros cinco Ceims em ritmo de lentidão, uma manobra para não serem concluídos.

Desde o início do ano a educação enfrenta problemas. O ano letivo começou atrasado e com falta de professores. Para Marçal, falta planejamento para sequenciar as atividades realizadas pela administração passada, que promoveu o concurso público. "Se não investir na educação de base, certamente os estudantes do ensino público vão sofrer consequências na qualidade do ensino", analisa o vereador.


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