A situação política da Venezuela se encontra cada vez mais delicada. As grandes potências mundiais estão interferindo no país de um forma muito mais intesa. Articulações premeditadas e de extrema organização estratégica estão sendo feitas.

O Chanceler russo Sergey Lavrov pede diálogo, supostamente visando impedir uma intervenção dos EUA na nação chavista.

O professor Lucas Ribeiro Mesquita, especialista em relações internacionais pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), alega que o presidente autoproclmado Guaidó segue enfraquecido, com apoio de 21% do povo Venezuelano. O professor também nega a deserção de boa parte do auto escalão militar da Venezuela, alegando ataques de desinformação.

A empresa de pesquisa INVAMER alega que Maduro segue com apoio de 57% da população, Já na Colômbia Guaidó em 70% de aprovação.

Ocorreu no dia sete deste mês de março um apagão no país, parcialmente restabelecido no dia oito. O ministro de comunicação Jorge Rodríguez afirma que foi uma ´´sabotagem elétrica´´ para causar desespero na população.

O deputado Juan Guaidó afirma que o incêndio dos caminhões da ´´ajuda humanitária´´ foi causado pela oposição.

O presidente russo Vladimir Putin afirma que o presidente americano Donald Trump planeja introduzir grupos armados ilegais na Colômbia (país onde Guaidó é querido) para conturbar a Venezuela com a ´´guerra de sabotagem´´. O líder da nação russa também alega que as sanções econômicas que os EUA impôs a Venezuela gerou esse holocausto.

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12/03/2019 08h51 - Por: Weimar Torres

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