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10/05/2012 14h41 - Atualizado em 10/05/2012 14h41

Presidente da CNA defende marco regulatório para pesquisa agropecuária

 

A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, disse nesta quinta-feira (10/5) que o País precisa definir um marco regulatório em pesquisa na atividade agropecuária, com mais investimentos neste setor, para equilibrar o mercado de insumos no setor rural brasileiro, cuja oferta está concentrada principalmente nas empresas multinacionais.

“As pesquisas de outros países são muito bem vindas, mas precisamos ter um marco regulatório para nossa própria pesquisa”, afirmou a senadora, em audiência pública na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), do Senado, convocada para discutir o pagamento de royalties em biotecnologia.

No debate, ela relatou que este foi um dos temas discutidos na última segunda-feira (7/5), em audiência com a presidente da República, Dilma Rousseff.

Segundo a senadora, a CNA está discutindo a elaboração de um documento para o Governo, com propostas para a criação do marco regulatório para a pesquisa na atividade agropecuária.

Neste contexto, relatou a presidente da CNA, a presidente da República tem a intenção de fortalecer a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e estimular as entidades privadas de pesquisa.

“Estamos ouvindo estas entidades para colher sugestões para a Presidência. A atuação delas dependerá do incentivo para fazer pesquisa”, revelou.

A presidente da CNA destacou que os investimentos em pesquisa realizados no Brasil possibilitaram o crescimento do setor agropecuário do País, fazendo com que se tornasse um dos maiores produtores mundiais de alimentos, ampliando sua produtividade em quase 150%, nos últimos 35 anos.

“Nossa área plantada cresceu 35% e a nossa produção de grãos e fibras aumentou em mais de 200%. Se tivéssemos a mesma produtividade de 35 anos atrás, precisaríamos abrir mais 127 milhões de hectares de área”, enfatizou a senadora.

Com mais investimentos em pesquisa, acrescentou, o produtor rural brasileiro terá, além de produtos convencionais, a alternativa para cultivar produtos transgênicos, dependendo da necessidade do mercado, o que poderá baratear o custo de produção da atividade. “O importante é o produtor ter competitividade”, afirmou.

Participam da audiência pública o presidente da Associação dos Produtores de Soja do Rio Grande do Sul (Aprosoja/RS), Irineu Orth, o diretor executivo da Associação Brasileira de Produtos de Grãos não Geneticamente Modificados (Abrange), César Borges Sousa, o presidente da Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (Aprosmat), Pierre Narie Jean Patriat, o presidente da Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja), Glauber Silveira da Silva, e o diretor da Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem), Ivo Carraro. (Assessoria de Comunicação CNA / www.canaldoprodutor.com.br)

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