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Willams Araújo

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Munheca

Petistas de Maracaju, Juti e Antonio João, como de outros redutos eleitorais, ameaçam abandonar a candidatura ao Senado do deputado federal Dagoberto Nogueira (PDT). O motivo é o mesmo: falta de companheirismo.
Queixam-se que o brizolista não coloca a mão do bolso nem para ajudar a comprar um litro de combustível para os aliados que concorrem a uma cadeira da Assembléia Legislativa e da Câmara Federal. Diante disso, um gaiato saiu com essa. “Se o Dagoberto atravessar um rio com um Sonrisal na mão, o efervescente não derrete”.

Jogo duplo

Ligeirinho mesmo é o deputado estadual Akira Otsubo (PMDB). Candidato a uma cadeira da Câmara dos Deputados, o japa tem andado mais do que notícia ruim, principalmente na região de Três Lagoas, seu principal reduto eleitoral. Também pudera, além de trabalhar duro para exercer mandato em Brasília, faz das tripas, coração para eleger o filhão, Luiz Akira (DEM), deputado estadual. Aposta, mais uma vez, na fidelidade da colônia japonesa para chegar lá.

Picolé de chuchu

Essa marca conhecidíssima pertence a Geraldo Alckmin, candidato tucano ao governo de São Paulo, mas já tem gente tentando pregar o apelido em um dos candidatos ao Senado por Mato Grosso do Sul. Dizem que o dito cujo não tem jeito, tem cara de bonzinho, mas o eleitorado não engole. A grande diferença é que o ex-governador paulista, além de ter projeção nacional, vai se eleger com facilidade para o Palácio dos Bandeirantes.

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