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Willams Araújo
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Sujou

Como não se desincompatibilizou da diretoria da Santa Casa de Campo Grande no prazo de seis meses antes das eleições, o empresário Pedro Chaves não pode ser candidato a suplente na chapa do senador Delcídio do Amaral (PT), que postula à reeleição. Pelo menos vamos ver se o entendimento da ministra Cármen Lúcia, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que impugnou a candidatura do magnata, será mantido para valer.

Persistência

Apesar da impugnação, Delcídio garante manter Pedro Chaves como candidato a primeiro-suplente em sua chapa. Até porque entende que o plenário do TSE ainda pode derrubar a decisão da ministra Cármen Lúcia. Caso contrário, o senador terá de indicar um nome como substituto.

Alívio

Depois do fiasco registrado nos meses de maio, junho e junho, os prefeitos puderam respirar um pouco mais aliviados em agosto com o repasse do FPM (Fundo de Participação dos Municípios). Apesar disso, o presidente da Assomasul, Beto Pereira (PSDB), adverte para que os colegas continuem com os cintos apertados como forma de se prevenir de outras tragédias financeiras, uma vez que o governo central sempre apronta as suas quando menos se espera.

Lenda

Por falar em prefeitos, até agora ninguém tem certeza se a Câmara dos Deputados irá realmente incluir na pauta de votação, antes das eleições de outubro, a emenda constitucional 29, que prevê percentuais de investimento na área de saúde. Nem os mais otimistas acreditam que a base a aliada do governo Lula, que é maioria, irá dar esse presentão aos agentes públicos, mesmo em ano de campanha eleitoral.

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