Sobe-desce
Foi só a campanha ganhar as ruas pra valer que o cenário eleitoral mudou na disputa pelas duas cadeiras do Senado em Mato Grosso do Sul. Como planejado pelo comando de sua campanha, o deputado federal Waldemir Moka (PMDB) já ultrapassou o colega de Câmara, Dagoberto Nogueira (PDT), conforme atesta a mais recente pesquisa do Ipems (Instituto de Pesquisa de Mato Grosso do Sul). Para os analistas políticos, quem sobe nesse período da campanha tem tudo para se manter em crescimento, enquanto quem desce é bom ir logo colocando as barbas de molho.
Queda livre
A queda de Dagoberto nas pesquisas, como registrou o Ipems, já era prevista na corrida pelo Senado devido à exposição negativa do candidato pedetista. A leitura que se faz é que se o deputado escapou de ter seu registro indeferido pelo TRE, dificilmente escaparia das garras de seus adversários, que foram as ruas criticar seus atos do passado. Fora a contribuição dada pelos deputados do PT, que não quer vê-lo atuando no Senado.
Meteoro
A campanha eleitoral deste ano registra algumas curiosidades, além é claro, de surpresas: candidatos conhecidos do eleitorado sem chance nenhuma e os desconhecidos da grande massa popular que estão em franco crescimento, desafiando inclusive os veteranos. Um dos exemplos é o advogado Gerson Claro, o terceiro colocado do PDT nas pesquisas, cuja tendência é crescer mais ainda no decorrer do pleito.
Pano de fundo
Presidente da UCVMS (União de Câmaras de Vereadores de Mato Grosso do Sul, Edilson Seikó (PSDB) aproveitará a 8ª edição do Encontro de Vereadores, nos dias 2 e 3 de setembro na cidade de Ponta Porã, para debater as eleições para o governo estadual. Pretende fazer cartaz na presença do governador André Puccinelli (PMDB), do ex-governador Zeca do PT e do candidato do PSOL, Ney Braga.