Willams Araújo
Revestrés
Os candidatos petistas nutrem forte esperança em uma eventual reviravolta na campanha de Zeca do PT ao governo de Mato Grosso do Sul por conta do crescimento da candidatura da companheira Dilma Rousseff à Presidência da República. Fazem das tripas, coração na tentativa de tirar da cabeça do povão a idéia de dar mais quatro anos de mandato ao governador André Puccinelli (PMDB).
Última cartada
Os comentários que circulam pelas rodinhas políticas é que João Leite Schmidt já não tem tanta certeza assim de que conseguirá êxito em suas apostas eleitorais para este ano. Considerado pé frio, o cacique brizolista não quer de jeito nenhum vestir pijama amargando novas derrotas, principalmente dos amigos Zeca e Dagoberto Nogueira (PDT), que disputa o Senado.
Baixo astral
Além do mais, Schmidt é visto pelos correligionários como responsável pelo esvaziamento dos quadros pedetistas, até porque foi por sua causa que o PDT deixou de contar com bancada na Assembléia Legislativa. Tanto é que forçou a saída do grupo dos deputados estaduais Ary Rigo, Onevan de Matos, ambos no PSDB, e Coronel Ivan (PRTB).
Com fé
O que tem de candidato usando a força da Igreja das mais diversas religiões para se eleger não é mole. De olho na massa de fiéis, eles fazem de tudo na tentativa de convencer o eleitorado de que é a melhor opção para ocupar cadeiras na Assembléia Legislativa, Câmara dos Deputados, etc. O ex-deputado estadual Sérgio Assis (PSB) e o deputado federal Antonio Cruz (PP) não desgrudam da bíblia.