02/05/2012 07h00 - Atualizado em 02/05/2012 07h00
Conjuntura - Williams Araújo
Respingo
Dizem que é fichinha o que aconteceu na Operação Uragano, da Polícia Federal, na qual alguns parlamentares foram citados como envolvidos em corrupção no esquema fraudulento que manchou a imagem da política douradense. As investigações das relações do contraventor Carlinhos Cachoeira com políticos e empresas podem trazer a tona gente de proa da política pantaneira. A conferir!
Nódoa
Aliás, não é a toa que a leitura que se faz é que o escândalo nacional poderá influenciar no resultado das eleições municipais em Mato Grosso do Sul. Particularmente, o senador Delcídio do Amaral (PT) acredita que a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) irá chamuscar alguns políticos locais quando a campanha eleitoral começar pra valer após as convenções de junho para homologação das candidaturas.
Puro sangue
Os comentários que circulam hoje nas rodinhas políticas palacianas dão conta que dentro dos planos de André Puccinelli (PMDB) a vaga de vice de Giroto (PMDB) não deve ficar com o PDT de Dagoberto e muito menos com o PP de Alcides Bernal.
O italiano, apesar das negociações com outras legendas visando fortalecer seu grupo político, já pensa em chapa-pura.
Plano B
A idéia de André, segundo os mesmos comentários, seria indicar alguém de peso dos quadros peemedebistas como companheiro de palanque de Giroto, que, na eventualidade de eleito em outubro, já trabalharia pensando no governo em 2014. O nome da vice-governadora Simone Tebet (PMDB) surge como a grande alternativa do partido para vice na chapa majoritária.