Governo venezuelano afirma que operação causou vítimas entre seguranças, militares e civis
O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, comentou neste domingo (3) a operação conduzida pelos Estados Unidos que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro. Segundo ele, a ação teria provocado a morte de integrantes da equipe de segurança presidencial durante a intervenção.
Em declaração pública, Padrino López afirmou que a operação causou o que classificou como “assassinato a sangue-frio” de membros da segurança de Maduro, além de militares e civis. O ministro também exigiu o retorno imediato do presidente ao país, reforçando a condenação do governo venezuelano à atuação norte-americana.
De acordo com as informações divulgadas, Maduro e a primeira-dama Cilia Flores foram capturados durante a madrugada de sábado (3), por volta das 2h, no horário de Mato Grosso do Sul e de Caracas. A ação ocorreu em meio a ataques realizados pelos Estados Unidos contra alvos estratégicos em Caracas e em outras cidades venezuelanas.
Entre os locais atingidos estariam bases militares, portos, aeroportos e sistemas de comunicação. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a captura de Maduro e de sua esposa nas primeiras horas da manhã deste domingo.
O episódio elevou a tensão diplomática na região e segue gerando reações de autoridades venezuelanas e da comunidade internacional.