Crime bárbaro ocorreu na Aldeia Nhu Porã; vítima teve cabeça, braços e pés decepados e suspeito de 17 anos confessou o homicídio
Crime ocorreu na indígena da Aldeia Nhu Porã, vizinha a aldeia Bororó, em Dourados - Foto: Sidnei Bronka/Reprodução
Um crime brutal ocorreu na comunidade indígena da Aldeia Nhu Porã, em Dourados, na noite de quarta-feira (30). Clanderson Vilhalva Arce foi assassinado com golpes de machado pelo próprio afilhado, um adolescente de 17 anos, que confessou o homicídio à Polícia Militar no local do crime.
De acordo com o depoimento do jovem, a motivação do crime teria sido uma briga familiar. Ele alegou que Clanderson teria agredido sua mãe durante uma discussão, o que o levou a agir em represália.
A cena encontrada pelos policiais indicava extrema violência: o corpo da vítima apresentava sinais de luta e foi encontrado com a cabeça, braços e pés separados.
O adolescente foi apreendido em flagrante e o caso segue sob investigação, com a polícia buscando esclarecer todos os detalhes e circunstâncias que levaram ao homicídio.
Segundo caso
No último domingo, Ezequiel Gonales Sanauria Pires, de 20 anos, foi encontrado morto e decapitado, com sinais de tortura e sem os órgãos, em Paranhos, cidade na região de fronteira com o Paraguai. Três suspeitos foram presos.
A Polícia Civil foi informada sobre o crime pelo cacique da Aldeia Indígena Pirajuí, que encontrou o corpo e acionou as autoridades.
O corpo foi achado em uma estrada vicinal próxima à linha internacional, perto da aldeia. Segundo a polícia, Ezequiel tinha múltiplas lesões, estava decapitado e sem os órgãos. Há indícios de que ele foi torturado antes de morrer.