Mostra audiovisual de Dourados começa semana que vem

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Já tradicional no calendário cultural de Grande Dourados, começa na próxima semana a oitava edição da Mostra Audiovisual de Dourados (MAD). Serão oito dias, de 18 a 25 de novembro, em que os espectadores e participantes terão acesso a mostras competitivas e paralelas de filmes e a uma oficina sobre cinema com o diretor Joel Pizzini. No dia 25, o encerramento com apresentação cultural culminará na premiação dos vencedores das diversas categorias do evento.
 
Realizada pela Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), por meio da Coordenadoria de Cultura (COC) da Pró-reitoria de Extensão e Cultura (PROEX), a MAD neste ano terá sua programação exibida de forma remota, em função da pandemia de covid-19. Apenas a oficina para produtores será desenvolvida presencialmente.
 
OFICINA COM JOEL PIZZINI
 
E é essa atividade que abre os trabalhos da Mostra, no dia 18 de novembro. A partir das 19 horas, no Cineauditório da Unidade 1 da UFGD (antigo CEUD), o cineasta Joel Pizzini, diretor de produções premiadas como “Caramujo-Flor”, ministrará a oficina “Líhá 5 minutos – o cinema de poesia: a linguagem como personagem”.
 
A oficina intensiva propõe uma imersão criativa e histórica na linguagem do chamado Cinema Documentário, seus limites e possibilidades, através de suas vertentes contemporâneas: o filme-ensaio, o cinema de não-ficção, de autoficção e outras expressões autorais.
 
Por meio da exibição de trechos emblemáticos de filmes seminais no gênero, o encontro abordará as estratégias narrativas da dramaturgia “documental” permitindo uma visão panorâmica e reflexiva da produção atual. Trechos de filmes premiados de Pizzini, serão apresentados na oficina como referência de pesquisa e montagem na conjugação de imagens de arquivo com encenações atuais.
 
Interessados devem inscrever-se pelo formulário disponível em shorturl.at/quvL2 e estarem cientes de que, durante a oficina terão de usar máscaras de proteção respiratória. Haverá, ainda, como medidas de biossegurança por conta da pandemia de covid-19, a aferição da temperatura corporal dos participantes e a disponibilização de álcool 70%.
 
Patrocinada pela Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão (FUNAEPE), a atividade comportará até 100 pessoas – 50% da capacidade do Cineauditório da Unidade 1.
 

MOSTRAS DE FILMES
 
A partir de 18 de novembro estarão liberadas no canal da MAD todas as produções audiovisuais integrantes das mostras competitiva e paralela. Elas estarão organizadas da seguinte maneira:
 
Prêmio Curta do Mato (só produções de MS), nas categorias:
 
Documentário (5 finalistas)
Experimental/arte (5 finalistas)
Ficção (5 finalistas)
Trash (5 finalistas)
Videoclipe (5 finalistas)
 
Grande Prêmio MAD:
 
10 produções finalistas
 
Mostra Indígena (filmes produzidos por indígenas e com a temática indígena):
 
Etnias participantes – Pitaguary (Ceará) / Tingui Botó (Alagoas) / Xavante (Mato Grosso) / Guarani (Mato Grosso do Sul)
 
Mostra Joel Pizzini:
 
“Caramujo-Flor” (1988)
“Enigma de um Dia” (1996)
 
CERIMÔNIA DE PREMIAÇÃO
 
Fechando a programação da 8ª MAD, acontece a premiação dos vencedores das categorias competitivas da Mostra, que começará às 20 horas, no dia 25 de novembro, e terá uma apresentação cultural com o patrocínio da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS). A transmissão será ao vivo, no canal da MAD no YouTube.
 
No mesmo dia, estará também disponível para visualização na plataforma o documentário “Aquilo que eu nunca perdi”, da diretora Marina Thomé, sobre a cantora, compositora e instrumentista Alzira Espíndola, uma das expoentes da música regional e integrante da família mais musical de Mato Grosso do Sul, a Família Espíndola.

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